Este roteiro é uma visão geral. Os detalhes e protocolos variam de serviço para serviço e são definidos pelo responsável técnico.
1. O doador é cadastrado
O animal e o tutor são registrados: espécie, microchip, tipo sanguíneo e contato do responsável.
2. A triagem decide se ele pode doar
O veterinário faz o exame físico, confere vacinas e vermifugação e solicita os exames. O resultado tem validade.
3. A coleta é registrada
A coleta acontece com o volume definido pelo veterinário. Ficam registrados volume, horário e quem coletou.
4. A bolsa recebe um código
Cada bolsa ganha uma identificação única, impressa em uma etiqueta, para que nunca seja confundida.
5. Os exames são avaliados
Se algum resultado for reprovado, a bolsa fica separada em quarentena até a decisão do responsável técnico.
6. Processamento e estoque
Conforme o protocolo do serviço, o sangue pode ser preparado em componentes e guardado, com controle de validade.
7. A transfusão
Quando um paciente precisa, o veterinário escolhe a bolsa adequada, considerando o tipo sanguíneo e os testes de compatibilidade do serviço. O uso fica registrado.
Por que registrar tudo
Se algo acontecer depois, o histórico permite saber de onde veio a bolsa, quem fez cada etapa e o que foi avaliado. Essa é a rastreabilidade, e é o que o HemoPatas quer facilitar.
Perguntas frequentes
Toda bolsa passa por todas essas etapas?
As etapas exatas dependem do protocolo do serviço. Em geral, cadastro, triagem, coleta, identificação e avaliação dos exames fazem parte do caminho.
O tutor do doador precisa acompanhar tudo?
O tutor autoriza a doação e é o contato do serviço. O acompanhamento técnico é feito pela equipe do hemocentro.
Conteúdo informativo. Este texto não substitui a orientação de um médico-veterinário ou de um responsável técnico.
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