Este texto é um roteiro geral de organização. Os protocolos clínicos, as normas aplicáveis e as decisões técnicas devem ser definidos pelo responsável técnico de cada serviço.
1. Triagem bem registrada
Registre a avaliação do doador, os exames e o resultado, com data e responsável. Defina por quanto tempo a triagem vale e o que fazer quando ela vence.
2. Identificação sem ambiguidade
Cada bolsa e cada tubo devem ter uma identificação única e legível, conferida antes de cada etapa.
3. Responsabilidades claras
Deixe definido quem coleta, quem avalia exames, quem libera e quem decide sobre bolsas em quarentena.
4. Histórico que não some
Correções devem ser novos registros, e não substituições silenciosas. O que aconteceu antes precisa continuar visível.
5. Controle de prazos
Acompanhe a validade de bolsas e componentes e defina a ordem de uso.
6. Cuidado com dados pessoais
Colete só o necessário do tutor e limite quem vê telefone e e-mail, em linha com a LGPD.
7. Revisão periódica
Revise regularmente os registros e os processos para achar falhas antes que virem problema.
Perguntas frequentes
Este roteiro substitui as normas do meu serviço?
Não. Ele é um guia geral de organização. Siga sempre os protocolos e as normas aplicáveis definidos pelo responsável técnico.
Um sistema de gestão ajuda em todos esses pontos?
Ajuda principalmente em registro, identificação, histórico, permissões e prazos. A decisão clínica continua sendo do profissional.
Conteúdo informativo. Este texto não substitui a orientação de um médico-veterinário ou de um responsável técnico.
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